segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Chevrolet Chevelle ss 454 1970 FORZA 6






Chevrolet Chevelle SS 454 1970

Na verdade, a Chevrolet possuía dois motores de 7,4 litros que podiam vir no pacote do SS 454
2007 Publications International, Ltd.
Na verdade, a Chevrolet possuía dois motores de 7,4 litros
que podiam vir no pacote do SS 454
O Chevy Chevelle possuía um novo design e um novo e poderoso motor em 1970
A era dos muscle cars chegou ao seu auge no início dos anos 70, e o Chevrolet Chevelle SS 454 1970 contribuiu para essa ascensão. Quando a GM acabou com o limite de cilindradas nos seus carros, a Pontiac, a Oldsmobile e a Buick responderam com motores de 455 polegadas cúbicas (7,45 litros) com até 375 cv de potência. A resposta da Chevrolet foi um V-8 de 454 (7,44 litros) polegadas cúbicas que iniciava com 365 cv  e terminava em gigantescos 465 cv. Isto foi o auge dos muscle cars. 

Para 1970, o Chevy Chevelle tinha um novo design e um motor mais potente.
O envelope era um Chevelle redesenhado que novamente apresentava o Super Sport como uma alternativa para sedãs e conversíveis. Como o SS 396, ele custava US$ 446 e vinha com um V-8 de 402 polegadas cúbicas (6,58L) e 354 cv, discos dianteiros assistidos, suspensão F41, pneus Polyglas F70-14 e capô com domos. Largas listras dorsais eram opcionais, mas eram inclusas com o novo capô com indução na base do para-brisa, que custava US$ 147 e cuja aba se abria quando o acelerador era todo aberto para levar mais ar ao motor. 




O novo pacote do SS 454 custava US$ 503 e incluía um 454 com tuchos hidráulicos de 365 cv chamado de LS5. Além dele, havia o LS6. Esse era o 454 para briga, com  um carburador quádruplo  Holley de 800 pés3/min, coletor de admissão de alumínio, compressão de 11,25:1, tuchos mecânicos, quatro parafusos nos mancais de apoio, virabrequim e bielas de aço forjado, pistões de alumínio forjado e polias opcionais com sulcos profundos. Jamais nenhum motor produzido em série havia tido tamanha potência.
Com opções obrigatórias, incluindo a caixa de quatro velocidades Rock Crusher ou a automática especial Turbo 400, o custo total de um LS6 ficava em mais de US$ 1.000. Os eixos variavam de 3,31:1 a 4,10:1, com tração positiva adicionando mais US$ 42.
O Chevelle SS possuía uma bela arrancada e, na estrada, exibia muito mais equilíbrio do que seu peso e tamanho poderiam sugerir. Mas o LS6 fez dele um super astro. De 0 a 160 km/h em menos de 14 segundos a mais de 160 km/h era algo comum.
Mas o poderio do LS6 também parecia estar assinalando uma tempestade que se aproximava, uma que afetaria os muscle cars nos anos seguintes. Os editores de testes perceberam isso. "Sem nem mesmo mencionar as questões de seguro e justiça social", disse a revista Car Life após testar o LS6, "é possível dizer que o super carro como o conhecemos pode ter atingido seu limite". 




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Estes perfis de muscle cars incluem fotos e especificações de cada modelo.

  • A carroceria "Swiss Cheese" ("queijo suíço", em Inglês) com furo para redução do peso era uma dica da real intenção do Pontiac Super Duty 421 1963 (em inglês).
  • O Cougar saiu da sombra do Mustang com o Mercury Cougar Eliminator 1969, um carro listrado e com redutores.
  • Bip, bip! Abram alas para o mais terrível muscle car de todos os tempos, o Plymouth Road Runner Hemi 1970 (em inglês).
  • Um V-8 testado em corridas e totalmente feito de alumínio era o que definia o raro e malvado Chevrolet Camaro ZL1 1969 (em inglês).
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